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Estudo revela preservação de tecidos de pterossauro por 113 milhões
22/06/2026 07:21
Cientistas descobriram como um pterossauro de 113 milhões de anos foi preservado de forma tão incrível no Ceará. Bactérias que oxidam enxofre criaram um ambiente químico que mineralizou rapidamente o fóssil, salvando tecidos moles e até moléculas frágeis como esteroides – que normalmente somem em dias.
Com 8 metros de envergadura, o réptil voador (do grupo Anhangueridae) virou uma verdadeira cápsula do tempo. As análises mostraram traços de esteroides, indicando que ele comia peixes ou lulas. O processo foi um "efeito dominó": a decomposição do animal alimentou micróbios específicos, que desencadearam uma sequência de precipitações minerais, selando o fóssil antes da degradação.
A descoberta muda a forma como entendemos a fossilização e reforça que a Bacia do Araripe é um dos sítios paleontológicos mais importantes do mundo. O estudo foi publicado na revista *iScience*.
Com 8 metros de envergadura, o réptil voador (do grupo Anhangueridae) virou uma verdadeira cápsula do tempo. As análises mostraram traços de esteroides, indicando que ele comia peixes ou lulas. O processo foi um "efeito dominó": a decomposição do animal alimentou micróbios específicos, que desencadearam uma sequência de precipitações minerais, selando o fóssil antes da degradação.
A descoberta muda a forma como entendemos a fossilização e reforça que a Bacia do Araripe é um dos sítios paleontológicos mais importantes do mundo. O estudo foi publicado na revista *iScience*.
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